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Meine liebe Mutter, obrigada por ter feito a sua parte

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Dias Internacionais Hellinger/2019

 

Meine lieben mutter, obrigada por ter feito a sua parte.

Com essa frase Sophie Hellinger  nos trouxe a sua clara compreensão de que o que foi, como foi, foi o certo.

Conta ela que quando pequena, no Jardim de infância as mães de colegas traziam o guarda chuva no dia de chuva, na saída da escola, preocupadas que seus filhos não se molhassem. 

A mãe de Sophie não trazia o guarda chuva, e ela seguia na chuva, pés molhados e frios. 

“- Eu sobrevivi. E os outros? Morreram.”

Compreendi o que Sophie pretendeu dizer. Nossas mães são instrumentos na nossa modelagem. Naquilo que consideramos que não  nos proporcionaram, nos entregaram muito. Mesmo que isso tenha significado  dor.

Anos atrás, numa imersão de Programação Neurolinguística,  num exercício chamado Reimprinting,  eu e um colega levamos a sério e a fundo nossa dinâmica em dupla.

A partir de um sentimento insistente e desconfortável, voltávamos (fisicamente se movendo pra trás), pra encontrarmos o evento, o fato que pudesse ser a raiz desse sentimento.

Na minha vez, olhei para o não pertencimento,  retornei a diversos eventos até pequena, e incentivada por meu colega continuei nessa busca, me vi então, durante a gravidez de minha mãe, em seguida, num momento anterior ao nascimento,  me vi numa inusitada, impensada mesmo, situação em que eu, minha mãe adotiva e minha mãe biológica estávamos diante de uma decisão: teria que ser assim,  meu nascimento se daria numa situação precária  pra minha mãe. Ela não me olhava. Pensei: - por que você está tão frágil,  por que não reage? Saia disso! E olhando no entorno,  como que sentindo-me sem recursos pra alterar isso, percebi que se tratava de mim também. Eu fazia parte desse contexto.  Minha mãe adotiva com um olhar firme, como que me encorajando para o meu destino. E esse eu não posso mudar. 

Nossos pais são o nosso destino. O que faço dele,  é o que vai  me tornar protagonista da minha vida. 

Sophie se tornou protagonista.

Na dor está contida a força. Posso usá-la de forma criativa. Saio da vítima.

E, passo a passo, tomo a minha vida nas minhas próprias mãos. 

E mãe... obrigada por ter feito a sua parte nisso.

 

Rita Paula Tyminski

Facilitadora de Constelação Familiar em 

São Paulo

Londrina 

Palhoça

 

 

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